
Confesso que ainda estou aprendendo sobre o tal programa Twitter. Confesso que Orkut e MSN não me seduzem há séculos, tanto que não os tenho. Confesso que fui atraído porque o programa não é de conversação, o que não me agrada, e sim de troca de informações. Confesso que a sede por informações é o que mais me convenceu da utilidade (eu as seleciono por categorias e temas). Confesso que, às vezes, me perco nas ferramentas (apesar de tão simples), mas até que o meu twitter já deu uma melhorada básica. Confesso que os poucos caracteres me exercitam o dom. Confesso que é viciante nos primeiros dias. De uma certa forma, confesso que fico mais ‘antenado’ agora sobre vários assuntos (trânsito na minha cidade, meteorologia, promoções musicais – amo ganhar CDs! –, promoções literárias – adoro ganhar livros! -, shows, exposições e peças em cartaz no momento, cancelamentos de shows, os projetos que estão sendo votados neste instante e até quantos compareceram nas sessões da Câmara e do Senado, as novas leis promulgadas, resultados de jogos, etc). Confesso, por sua vez, que há muita coisa que não vem ao caso (informações sem nexo algum, bobagens, etc). Confesso que é preciso ter discernimento e bom senso pra não perder-se lendo tanta coisa. Não somos máquinas. Somos seres com um tempo apropriado para nosso aprendizado. Por falar nisso, eis uma pérola que captei neste instante das praias twitteiras de um dos autores que mais admiro (suas obras me fazem um bem daqueles!):
“Nós não somos máquinas. Somos seres da natureza (...) .É perigoso introduzir pressa num corpo que tem suas raízes na lentidão da natureza.”
Rubem Alves
Rubem Alves
Notinhas de rodapé: Já coloquei o link do meu twitter no texto. Acho que vou colocá-lo mais destacado na barrinha ao lado. Ainda decidirei sobre a conveniência ou não. E, como não poderia deixar de ser: um excelente feriado









